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2.5.08

se a incoerência pode ser um sinal de vitalidade, a contradição é um sinal de doença

27.4.08

as amizades devem ser exclusivas? – não, não devem ser exclusivas

20.4.08

é preciso que as coisas estejam organizadas para que se possam desarrumar;

3.4.08

Quando ouvi rádio toda a noite, posso dizer que isso foi belo? – Sim, podes, isso é belo e triste!

20.12.07

o calor conhece-se sem raciocínio

10.12.07

Quanto mais limpo, mais se vê a nódoa

25.10.07

De geração em geração, há maldições que são transmissíveis.

18.9.07

Demónios e há os que dentro de nós há muito saídos das trevas continuam incansável e continuadamente a reclamar toda a nossa atenção.

15.9.07

Os demónios são intrínseca e totalmente parasitas.

14.7.07

Há castigos explícitos, subtis e envergonhados.

21.6.07

Quanto mais no universo de uma actividade são reduzidos os factores que aí intervêm, maior é a nossa capacidade de determinar a responsabilidade do que realmente está bem feito.

18.6.07

Há vários caminhos. Um o do silêncio. Mas pensemos bem. O silêncio é por definição irreal.

22.11.06

Há boas diferenças.

8.11.06

há uma diferença entre falar sobre o que fazemos e falar sobre o que os outros fazem

4.7.06

… uma curiosidade das almas, das belas almas, é que uma bela alma é também entre outras coisas, uma alma mais resistente …

3.2.06

… um fundo de seriedade perpassa qualquer tom com que se pode cobrir um agradecimento …

5.6.04

O terror é a evidência da impotência.

10.2.04

Amor, não é nada disso, nada dessa aceitação de tudo. Nada de «faço tudo por ti». No tudo só uma parte.

3.2.04

O medo é apenas uma percepção de falta de companhia. De ajuda. Nada mais.

30.12.03

Para alguns, é época de balanço. De ver o que fizeram mal e o que fizeram bem. Há os que são da família dos que se centram no que de melhor fizeram. Outros ligam mais ao que de pior produziram.