10 de fevereiro de 2009

S. Paulo - Carta aos romanos: 14: 23: Mas quem duvida e assim mesmo toma o alimento é condenado, pois o seu comportamento não provém de uma convicção. E tudo o que não provém de uma convicção é pecado.

2 comentários:

antónio davage disse...

- Não estamos todos?
- Como diz Merton, não estamos todos igualmente errados?
- E, acaso estaremos menos, se o engano provém de uma convicção?
- Se estamos todos errados todas as convicções valem o mesmo ou não é assim? Se não estamos todos errados, de que serve a fé?

a-bordo disse...

antónio... deixei aqui a citação de s. paulo porque me parece que é assim: pecamos quando executamos as coisas sem convicção; a convicção evita pelo menos um dos pecados: o da mentira, da má fé, etc.; o que não quer dizer que pelo simples facto de estarmos convictos possamos estar certos!...