7 de abril de 2008

talvez seja assim. A quem amo e a quem não está nas suas mãos, quando se põe nas minhas mãos, devo fazer com que consiga colocar-se em suas mãos. E isso eu. Quando não estou em minhas mãos, antes que me perca em outras mãos, devo preocupar-me em voltar para minhas mãos. A partir daí, da liberdade que imuniza, posso entregar-me, devo perder-me, sabendo que dê por onde der, por muito contaminado que esteja, não vou deixar de me encontrar

4 comentários:

Cebolinho disse...

Estás vivo e em grande forma, como se pode ver ;)

Abração

Bastet disse...

Não há mãos distintas quando há fé. No fundo são sempre as nossas no acto saudável do amor e da entrega. :)* (um beijo)

a-bordo disse...

obrigado pedro, para tudo estar melhor só falta tirar o pó às botas ... abraço

a-bordo disse...

bem-re-vinda bastet; um beijo para ti também