quando estou dentro quando digo “a minha cama”
29.10.07
27.10.07
Deixa por algum tempo o explícito de fora. Dá espaço ao implícito para que possa resolver-se a si mesmo. Dá-lhe tempo para trabalhar.
Marcadores: exortações
25.10.07
22.10.07
20.10.07
A manhã continuava de sol e de frio. Tinha sido uma boa opção. Estava perto. Fazia todo o sentido. A porta feita de névoa sem humidade. E nada de sólido. Entrou. No túnel, feito do mesmo material, não sentiu, já não se sentia qualquer pressão. Por isso, não estranhou a ausência de ruído. Ligeiramente mais, estranhou não ver ninguém. Mas o que poderiam fazer por ali? – Respondeu: - o mesmo que eu! – Sorriu e agarrou o prazer para si. Ao sair do túnel, em cima do prado verde, onde se viam os primeiros sinais de solidez, estavam uma mota, um pequeno barco e um avião de igual tamanho. Nas letras garrafais que pairavam no ar, leu: aqui, há obrigações, mas não há horários! E nem sequer te será dito: “deambula!”
Marcadores: curto
8.10.07
Assinalo a existência de uma película cuja composição química não conheço entre nós e o fazer bem, mesmo quando o desejo é conhecido e existente. Mesmo se isso passa pelo simples gesto simples de pegar num copo de água. O que é dizer: de ultrapassar uma distância que se mantém teimosamente intransponível.
Marcadores: ocupação dos dias