20 de outubro de 2007

A manhã continuava de sol e frio. Tinha sido uma boa opção. Estava perto. Entrou. Nada era sólido. A porta era feita de névoa sem humidade. O túnel em frente também. A meio, já não sentia qualquer pressão. Não estranhou a ausência de ruído, mas estranhou não ver ninguém. Ao sair, viu em cima de um prado verde que dava mostras dos primeiros sinais de solidez, uma mota, um pequeno barco e um avião de igual tamanho. No ar, pairavam letras garrafais. Leu: - Aqui há obrigações mas não há horários! E nem sequer te será dito: deambula!