31.1.06

Ó, quem serás tu, que me mostras os desejos que são meus e eu não conhecia? – Ó.

29.1.06

Podemos pensar pelo mandamento honra os teus pais, se os honramos. Uma coisa parece certa, pelo que sei: há uma relação entre o respeito que temos aos nossos pais e o respeito que temos aos outros. Por exemplo, a seguinte: não respeitamos os nossos pais, não respeitamos os outros. Podemos dizer que nem sempre as coisas são assim. Que podemos respeitar os outros, sem que respeitemos os nossos pais. Pode ser. Mas, não podemos deixar de assinalar aí, um certo nó, uma certa dureza. E sempre latente, uma certa predisposição para o desrespeito. A questão é como é óbvio mais lata. Mas aqui fica este apontamento, entretanto.

27.1.06

... alguns milhares de páginas em Tolkien e em Faria, por isso no lado de lá, são uma das justificações para não ter passado muito por cá ...

17.1.06

Se quiserem façam qualquer coisa com estes pensamentos – não sei o que fazer com eles – é de tal modo tanto a alegria que não precisa da beleza – está por cima – mas já a tristeza - só aquece – sempre, sinto-me tentado a dizer – na radiante companhia da beleza.

16.1.06

Ouvi e repito: por vezes é preciso dar alguns passos para trás, para vermos o que - é - já temos à nossa frente.

1.1.06

Notas:
(1) Já fico muito contente quando sou capaz de ver depois.
(2) Afinal há espaço para todos (poderia ser a pequena frase do início do cosmos, das pequenas divindades (que somos) e dos mundos que criámos --- e mais uma vez da alegria, neste caso, por motivos espaciais e funcionais, peças que encaixam e esforços que se conjugam) (quanto julgamos que não se encaixavam, que não se conjugavam) (estavam excluídos e o espaço cortado às fatias).