24 de outubro de 2006

. quente e terno o borboto na camisola de lã.

5 comentários:

Bastet disse...

Por norma nenhum borboto da camisola de um homem resiste à determinação das unhas de uma mulher apaixonada.

a-bordo disse...

bastet: a camisola era feminina, distante e desconhecida; mexendo-se na parte de cima de uma mesa... e agora uma mensagem política: neste tempo do apego ao novo e ao rico, fascinou-me a ternura que é capaz o velho e o pobre...

beijos

zef disse...

Cá em casa já é acordado: nenhuma lámina será usada no amanho da lã que nos veste, recomendando-se, no entanto, moderação nos movimentos das unhas...

Bastet disse...

bela mensagem poética, perdão, política. :)*

cbs disse...

mas há umas máquinetas extraordinárias que resolvem todos os borbotos :)))