4 de julho de 2006

eu partilho com alguns, não serão poucos, uma predilecção especial pela história da lebre e da tartaruga. E como quem conta um conto acrescenta um ponto, gostaria de acrescentar a essa bela história, o seguinte. Não tanto sobre a lebre que quando recomeçou a correr só poderia fazê-lo de forma empenhada e apressada, e por isso não podemos ver desníveis de fulgor no modo como movia as patas, mas sobre a tartaruga talvez fosse possível notar as diferenças de rendimento das patas, cada vez que em alguma curva, sentia a presença do público.

6 comentários:

Bastet disse...

Gosto das tuas fábulas e nunca perdoarei teres esquecido a simpática formiguinha Aretha. :)*

a-bordo disse...

a aretha colocava um problema muito difícil. o da obediência; ainda não o consegui resolver, nem ver com clareza os seus contornos; quando a luz me iluminar, talvez possa voltar ao tema... um beijo para ti

Bastet disse...

Eu espero :)*

Anónimo disse...

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