5 de maio de 2006

(5) ditos de Zóssima, 69: ... não te consoles, não deves consolar-te, sê inconsolável e chora, mas, de cada vez que chorares, lembra-te que ...

8 comentários:

Bastet disse...

... enquanto te quedas inconsolável passa o tempo que poderias ter vivido?

a-bordo disse...

... ando mais lento do que a chegada do paraíso; por isso, desculpa; agora a pergunta: se interpreto bem o meu monge o que ele está a dizer é: devemos deixar que a dor nos habite quando a dor nos habita; não fugirmos para o lado, fingindo que ela não está lá; é uma política ou uma terapia de verdade; no entanto, e é isso que dá o seu toque de diferença à terapia é que ela só é eficaz quando a verdade da dor ou do sofrimento vive no meio da lembrança, da consciência que para além da dor e do sofrimento há outros estados: de felicidade... beijo

kevinmartinez06367760 disse...

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Bastet disse...

:) percebido!

Aires Montenegro disse...

Quero é ver quando chegarmos aos ditos de Kalgánov, que "tinha o ar de quem se sujara sem querer":"Todo este populismo é uma porcaria."

a-bordo disse...

... aires: vamos devagar; embora os blogs sejam matéria de consumo rápido, isso não nos deve deixar pensar na máxima sábia e perguiçosa: temos tempo ... noutra versão: o tempo não é nosso ...

Aires Montenegro disse...

Fernando: eu vou depressa (demais por vezes, eu sei). "Temos tempo..." porque és um homem de fé; como eu não tenho fé na eternidade, vivo sempre com o "não tenho tempo". Por isso abocanho a vida e procuro trincá-la aos pedaços grandes!... É um defeito que pago caro, não a consigo o mais das vezes saborear. Mas que hei-de fazer? Pelo menos o defeito é meu, não tenho de o atribuir a outros!
Isto pode ser uma provocação, e digo "pode" porque, como sabes melhor que ninguém, a provocação não reside apenas em quem provoca (ou tenta provocar).Uma conclusão é-me,no entanto, evidente: eu não sou ainda um verdadeiro bloguista!

Aires Montenegro disse...

Se calhar nunca o virei a ser!...