20 de fevereiro de 2006

(2) Fat, talvez, gordo cavalo do amor, lá se havia como podia com a morte do gato e com outras questões afins. Com o mal no mundo. 1 – O que elaborava era gnóstico. Soube que era um “profeta” gnóstico, depois de dar entrada no hospital psiquiátrico, após a última tentativa de suicídio. Fat informou o doutor psiquiatra Stone de uma das suas anotações: «- anotação numero vinte e quatro. Na forma adormecida de semente, como informação viva, o plasmato dormitou na soterrada biblioteca de códices em Chenoboskion até que… – Que é "Chenoboskion"? – perguntou o doutor Stone. – Nag Hammadi. – Ah, a biblioteca Gnóstica – confirmou o Dr. Stone com um movimento de cabeça – descoberta e lida em 1945 mas nunca publicada…» (88) 2 – Mais lhe disse Fat. E tanto e tão bem que « – Então, tenho razão quanto a Nag Hammadi? – disse ele ao doutor Stone. – Deve saber isso – observou o doutor Stone, e depois disse uma coisa que ninguém dissera a Fat – você é a autoridade.» (96)

3 comentários:

Aires Montenegro disse...

Aguças-me o apetite para ir por essas leituras adiante. Abraço.

Bastet disse...

Mais uma vez (sempre) enredada por aqui, nestes mistérios de véus pesados que lá se vão desembrulhando para minha satisfação. Fico feliz por te teres devolvido o tempo de escrita.

a-bordo disse...

aos dois um muito obrigado; são incentivos como esses que me "obrigam" a levar o barco para a frente... depois, um abraço e um beijo