14 de dezembro de 2005

É um pensamento parvo – e sei que não pode ser – e por isso não devia ficar espantado – mas, fico, contra toda a lógica e contra toda a evidência – de facto, não pode ser – mas fico sempre atónito quando vejo que os ricos não compram mais tempo. O que não percebo – ou, talvez, com rigor, não é dor minha – é porque não lhes dói o tempo que eu – se calhar mal, mas com dor minha – acho que a todos faz falta.

8 comentários:

Bastet disse...

Na impossibilidade de comprarem tempo, disfarçam as suas marcas... O que, com dor minha, eu mesmo que quisesse não tinha dinheiro para o fazer! Eh, eh, eh!!! Desculparás o tom brincalhão do comentário mas não resisti :)*

Mendes Ferreira disse...

pois....mas de certo modo compram um pouco de tempo....nos exames de diagnóstico e nas terapias sofisticadas....isto para ser breve, no conforto na despreocupação nas vitaminas nas modormias inerentes à riqueza....etc etc....sim compram. e um dia chegam primeiro à eternidade...:) abraço.

Bagaço Amarelo disse...

O dinheiro compra tempo, acho eu, e com dor minha também. É, talvez, necessário separar o significado de tempo e de duração. O dinheiro não compra durabilidade, mas por muito curta que essa durabilidade possa ser, nela, o dinheiro pode comprar tempo. Infelizmente.

um abraço.

Joao Galamba disse...

tempo e' dinheiro, tempo e' dinheiro. E no mercado da condicao humana 'e a venda que esta' em alta

a-bordo disse...

um abraço a todos: bastet, mendes ferreira, bagaço amarelo e joão galamba.

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