18 de novembro de 2005

Comecei a ler. Assim, começa: «O jardim está perfeitamente sereno. Varro um pó colorido de restos de flores e folhas e coloco o silêncio num prato branco.» O livro de poemas de Cristina Tavares de 2005. Irei continuar o seu Trabalho de Jardim. Antes disso, obrigado ao ar líquido.

4 comentários:

CAP disse...

Estou a vir de lá, mas ela não tem referência ao livro.

a-bordo disse...

o que tenho entre mãos é de papel e capa azul, onde a concepção da capa e o primeiro poema que deixei aqui, criam a expectativa de serenidade... se quiseres, ponho-te em contacto físico com ele... um abraço.

CAP disse...

Despertaste-me a curiosidade...

a-bordo disse...

só agora vi o comentário; depois, levo-te o livro. abraço