22 de julho de 2005

Pobreza. Bom, José, pedras, pedras, levaria alguém que dissesse: afinal que importância tem o petróleo, e, por arrastamento, os problemas da gestão da economia mundial? – Quem perguntará tal coisa? – Quem dirá que não!? - Quem poderá pensar que poderemos viver sem ar condicionado, sem carros nas auto-estradas, sem os níveis de riqueza que sustentam as nossas actividades produtivas e o nosso comércio? – Eu não: mas sim aqueles que no anúncio publicitário da Renault, constroem uma cópia do modelo scenic puxado a cavalos. Contudo, aos homens de barba longa, chapéu negro e de negro vestidos ninguém lhes atira pedras. Pelo contrário: são alvo de uma simpatia condescendente. Não são levados a sério. Mas é séria a questão: seríamos nós capazes de retomar e de viver em níveis mais baixos de riqueza?

3 comentários:

dhuoda disse...

Muitas vezes penso que viver os tais níveis baixos de riqueza seria não sópossível como libertador. Imagina viver com menos mordomias,mas mais tempo para o que é verdadeiramente importante.Morrer ,decerto, mais cedo, mas, talvez, com mais dignidade e tendo tido oportunidade de viver mais autenticamente,com mais pureza no contacto com a natureza e os outros.
Viste o filme The Village?
Muitas vezes penso nele...

a-bordo disse...

não vi o filme; dás-me mais informações?... alguma coisa da liberdade passa por aí; por estarmos livres do medo - tão ultimamente europeu e nacional - de sermos desapossados; um beijo para ti.

Anónimo disse...

best regards, nice info
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