15 de junho de 2005

Lá fui atrás, Tim, dos meus vinis azuis. E pensava sobretudo nisto:
Man-erg.

The killer lives inside me; yes, I can feel him move.
Sometimes he's lightly sleeping in the quiet of his room;
but then his eyes will rise and stare through mine,
he'll speak my words and slice my mind inside.
Yes, the killer lives.

The angels live inside me, I can feel them smile;
their presence strokes and soothes the tempest in my mind
and their love can heal the wounds that I have wrought.
They watch me as I go to fall;
well, I know I shall be caught
while the angels live.

How can I be free?
How can I get help?
Am I really me?
Am I someone else?

E para ajudar à festa, republico então:
«Através da história de controlo do exílio e da restauração nós encontramos em diversos textos bíblicos e pós bíblicos um sub-tema maior: a libertação chegará através de um tempo de intenso sofrimento, algumas vezes referido como “voto messiânico”» (Wright, Desafio de Cristo, 87)

Porque, Tim, sem que eu perceba grande parte dos seus contornos, se o caniche lida com a rejeição de um modo alusivo, os últimos posts vão chamando a liberdade que para mim é e será um tema para além da nossa compreensão.

5 comentários:

CAP disse...

VDGG! Bem lembrado! :)
E esse texto é dos mais completos, apesar de curto.

a-bordo disse...

E todo um programa de meditação; abraço para ti.

a-bordo disse...

E todo um programa de meditação; abraço para ti.

Anónimo disse...

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