17 de junho de 2005



Amanhã, vestido, Virgílio Liquito. Um livro que não é para todos os gostos. Eu gostei. Sem concessões, cru, uma voz singular. Mesmo. Mas é abjecção. Dentro da abjecção, um universo próprio. O refazer de um universo macabro, urbano e portuense, onde como na sua melhor tradição, século dezasseis, dezassete, outros que o digam – o pormenor abunda.