13 de maio de 2005

Catolicismo 19. Uma segunda nota sobre a estratégia seguida nesta série de posts. Há uma suspeição generalizada quanto ao modo como o católico vive a sua fé. Que são ignorantes. E são. Não se tratou aqui de dizer que não há motivos para isso. É de todos conhecidos que com dificuldade o católico conhece tanta encíclica, tanta carta pastoral, tanta teologia, tanta grande ou pequena indicação, tanta informação produzida ao longo dos seus já muitos séculos. O se tratou foi de tentar ver se por trás disso não poderia estar um fenómeno positivo: a confiança. Isto partindo do suposto que ter confiança é bom. Quem não o achar…

P.S. quem quiser argumentos epistemológicos para sustentar a confiança e mesmo a fé, pode, por exemplo, ir buscá-los ao meu amigo protestante Alvin.