22 de abril de 2005

Alvin 25.
Quando cheguei à sala, levava a informação de que iríamos ser transportados para o Porto. Contudo, nenhum dos meus companheiros se mostrou disposto a comentá-la. A minha tia estava zangada. O professor tinha um ar enfadado. Mas, já dentro da carrinha, o professor, resolveu começar a contar-me a história da sua vida. Jipe ficou incomodado. A minha tia também: «outra vez!? Professor, será que não pode ficar calado!?» – «Com todo o respeito, minha senhora! Se há pouco não segui o seu conselho, não calei, como era meu dever, o campo das hipóteses, o nosso futuro, não vai ser agora que me vou calar no campo dos factos. Mais, porque, aqui, o seu sobrinho parece interessado e a última coisa que quero é defraudar o seu interesse!» – A minha tia olhou-me furiosa. Mas, perante esta retórica, o que é que eu poderia fazer?