1 de fevereiro de 2005

Empastelar 6. Concedida a possibilidade de uma sequência de posts em trapalhada, e antes ainda de algumas Patinhas de contribuição teológica, - porque, sim, li o Almanaque -, meditemos no seguinte excerto: “Sabemos que a lei é espiritual. Mas eu, sou eu, ser de carne, vendido ao poder do pecado. Porque não compreendo o que faço: pois não faço aquilo que quero, mas sim aquilo que aborreço. Ora, se eu faço o que não quero, reconheço que a lei é boa. E assim, já não sou eu que o realizo, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que não há em mim, isto é, na minha carne, coisa boa, pois quero o bem, que está ao meu alcance, mas realizá-lo não. Efectivamente, o bem que eu quero, não o faço, mas o mal que não quero é que pratico. Se, pois, faço o que não quero, já não sou eu que o realizo, mas o pecado que habita em mim. Deparo, então, com esta lei: querendo fazer o bem, é o mal que encontro.» (S. Paulo, Romanos 7:14-21).