21 de outubro de 2004

(16NP) Não é fácil então ver. Mas é necessário. Mesmo que doa. E dói: «daqui a austeridade da Mensagem de Gregório. Quanto mais os cristãos lutam pela perfeição, acreditava ele, mais claramente devem ser a sua própria imperfeição. Para esta visão de si Gregório usa o termo horror. Por isso, ele não quer dizer o medo do Inferno. Mas referia o sentimento de pesadelo e vertigem experimentado pela pessoa piedosa ao ver a fina tenacidade, a insídia, a minuciosa particularidade dos seus próprios pecados.» (Brown, op. cit. 88)