29 de outubro de 2004

(19NP) Bom, vamos lá ver se damos despacho nisto. Primeiro com pecados e penitências. E com uma citação dentro de outra citação: «Ele (que é monge) que ama uma mulher, mas que é inconsciente do mal por trás de algumas conversas que mantém com ela, deve fazer penitência por quarenta dias. Mas se a abraça e a beija, um ano… O que apenas a ama na mente, sete dias. Mas se lhe disser (o seu amor) mesmo que não seja aceite por ela, quarenta dias.» (mesmo livro, 244). Depois com uma pergunta: para além do facto deste modo de lidar com o pecado ter tido uma enorme importância na altura, pergunta-se porque é que isso teve uma enorme importância na altura? – E também depois.