1 de outubro de 2004

(3NP) Antes que o conceito de curioso atrapalhe e porque estamos em manhã de ressaca europeia e porque o Sporting conseguiu vencer o fantasma austríaco, digamos o que tem o conceito de curioso a ver com este clube. Ou em que sentido o utilizamos nos dois posts anteriores.
A palavra diz uma coisa simples e diz apenas a minha reacção perante um acumular de coincidências. Vamos então às coincidências. Primeira. Quando tinha lido o Lodge e o Notícias do Paraíso digerira-o mal. Não sei porquê. Ainda hoje não o sei. Mas o Carlos sem qualquer culpa e longe de qualquer responsabilidade tinha sido responsável por essa indigestão. Agora, é também através dele e do seu post na terra que tenho a oportunidade de refazer a digestão.
Através desse post, através do Inferno, posso então afastar a azia da primeira leitura, lendo transversalmente o Notícias de Lodge. Recuperando-o. E ficar bem. Tal como – segunda coincidência – o Jorge Coroado depois de deixar o apito e confortar o estômago depois de mastigar um jogo amargo entre o Sporting e o Chaves. Agora o meu universo literário está em harmonia e sem livros pendurados.
Dito isto, temos a oportunidade de passar ao Sporting. O Sporting para além de ser um clube de coincidências, há algo de coincidente em Peseiro, Dias da Cunha e em Pedro Barbosa, teve ao seu comando um homem, Fernando Santos, que um dia ouvi em conferência dando conta não só - mas também - de coincidências.