22 de junho de 2004

«Mesmo profunda, a fé nunca é perfeita. Cumpre sustentá-la incessantemente ou, pelo menos, abster-se de a arruinar. Eu estava destinado, ilustre, tinha o meu túmulo no Père-Lachaise e talvez no Panthéon, a minha avenida em Paris, os meus largos e as minhas praças na província, no estrangeiro: contudo, no âmago do optimismo, invisível, inominada, persistia a suspeita da minha inconsistência.» - Jean Paul Sartre, As Palavras, Unibolso, 154.