4 de março de 2004

«Pode ser também, à luz do exemplo de homens espirituais como Newman ou S. João da Cruz, que nós deitemos um olhar mais atento sobre a significação eterna dos grandes episódios bíblicos, sempre à luz do Mistério cristão e que aprendamos de algum modo “a conhecer a juventude eterna do velho texto”. Então, por um ressurgimento que não é de todo impossível, pode ser que a função simbólica da nossa inteligência fale de novo e produza novos frutos dentro da liberdade imprevisível do Espírito (…)» (Henri de Lubac, l’Écriture dans la tradition: 93-94)