3 de março de 2004

Nunca estamos. Se vamos para o trabalho, queremos estar em casa. Em casa, não queremos aspirar. Largamos o aspirador e pegamos num livro. Talvez não fosse pior a televisão. Com o filme, suspiramos por companhia. Mas se aparece um amigo, talvez outro. A solidão é melhor. No café, sozinhos, o melhor era a mulher já ter chegado. Contudo, com ela, e porque não com a outra?... Subtracções que nos fazem sentir sozinhos, trevas e noite.