24 de março de 2004

«É necessário compará-lo a um actor que recebe uma «inspiração» em cada instante, cena por cena, palavra por palavra, no papel que representa pela primeira vez. A peça não existe previamente, ela é simultaneamente inventada, colocada em cena e executada. A encarnação não é a nona representação de uma tragédia há muito pronta no cofre dos arquivos da eternidade.» (H. Urs von Balthasar, Teologia da História, 50).