4 de março de 2004

«Desde a origem, ela tinha tido as suas fraquezas. Depois de uma longa carreira tinha envelhecido. Os problemas e as necessidades do pensamento cristão tinham mudado. Uma vez passado a idade do fervilhar intenso onde se tinha constituído, a exegese mística tinha fornecido uma arma aos apologistas; os Doutores tinham tirado dela uma visão unificada da Economia Divina; os monges tinham-lhe pedido um método para a «lectio divina». Agora, chegavam os intelectuais preocupados em construir, na continuidade da fé, com novos métodos uma nova teologia. Com eles, a razão acorda do seu sonho simbólico. “A idade da prova” começa.» (Henri de Lubac, l’Écriture dans la tradition: 79)