22 de fevereiro de 2004

«Encontram-se em todas essas teorias muitos elementos acerca dos quais um cristão, como tal considerado, não tem que tomar posição – e – muitos outros frequentemente contraditórios, que o mesmo cristão bem poderia considerar como seus, sacando-os da síntese que os falseia e consagrando-os. Nem nesse simples facto haveria qualquer audácia que pudesse meter-lhe medo. Acrescentemos ainda que, sob os propósitos mais blasfemos, bem poderá ler certas críticas, cuja justiça terá de reconhecer.» (Henri de Lubac, Introdução, O drama do humanismo ateu).