25 de fevereiro de 2004

Com Teresa: «se nós estamos muito ansiosos para evitar amizades imperfeitas ao ponto de negarmos a nossa necessidade natural de suporte humano, nunca aprenderemos o amor puro: uma amizade genuinamente espiritual constrói-se em parte em fundações sensuais, mas no fim aprende a ver o amigo amado na luz que Deus quer para ele ou para ela. Se isto acontecer, nós já não estaremos ansiosos com aquilo que achamos que ele deva ser, com o que olhamos como o seu bem-estar, mas estaremos prontos para deixá-lo livre perante Deus» (81)