19 de dezembro de 2003

É como se nos roubassem alguma coisa. Alguém nos ultrapassa na estrada. Alguém se senta antes de nós no banco do autocarro. Alguém fala do livro que começamos a ler. É como se fossem nossos a velocidade, o sentar e o ler... É uma sensação estranha. Se estamos a conversar e o nosso amigo pára e cumprimenta quem entra.